Guia
Como montar o onze
Comprar bem é metade do jogo. A outra metade é escalar o que você comprou: em que posição cada craque joga, como o time se encaixa e que postura ele adota na partida.
Os esquemas
O jogo tem cinco esquemas: 4-4-2, 4-3-3, 3-5-2, 4-2-3-1 e 5-3-2. Cada técnico pede o dele na sala de espera, e o sorteio decide se os pedidos forem diferentes. O esquema é o mesmo para os dois times, então ele define quantas vagas há em cada setor e, portanto, onde vale gastar mais no pregão.
Posição de origem e improviso
Cada card tem uma posição de origem. Dá para escalar um craque fora dela, dentro de uma tabela de adjacência, mas isso custa nota: um lateral na zaga perde 4 pontos e um atacante no meio perde 6. O goleiro é exclusivo nos dois sentidos: goleiro não joga na linha e ninguém da linha joga no gol. Por isso o último lote de goleiros é decisivo.
Entrosamento
Blocos de jogadores da mesma nação ou da mesma década somam até +5 em ataque e defesa. Não vale perseguir entrosamento a qualquer preço, mas, entre dois craques de nota parecida, o que combina com o resto do time vale mais.
Postura
A postura (defensiva, equilibrada ou ofensiva) é escolha individual de cada técnico e vale ±4 em ataque e defesa. Time forte na frente e fraco atrás tende a se beneficiar de uma postura ofensiva; o contrário pede cautela.
Avulsos e vagas vazias
Vaga que fica sem craque no pregão é fechada na repescagem com um avulso de nota 64 a 72. Escalar o avulso na posição certa costuma render mais do que forçar um craque fora de posição para cobrir o buraco.
Antes de dar o apito
- Confira se cada craque está na posição de origem, ou no vizinho mais próximo.
- Veja se o setor mais fraco está coberto pela postura que você escolheu.
- Procure entrosamento por nação ou década antes de trocar dois jogadores de nota parecida.
Leia também estratégia de lances e como jogar.